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sábado, 5 de novembro de 2011

6ª Mostra de Teatro de Rua Lino Rojas


18/11 SEXTA
A cidade de São Paulo e o Teatro Ventoforte recebem a
6ª Mostra de Teatro de Rua Lino Rojas

12h Cortejo Artístico de Abertura pelas ruas do Centro de São Paulo

13h Espetáculo: Um dia de clown – Teatro do Imaginário - São Luiz-MA
(especialmente convidado para esta ação)
Local: Praça do Patriarca

17h Espetáculo: As 4 Chaves  – Teatro Ventoforte - São Paulo - SP
Local: Teatro Ventoforte - Rua Brig. Haroldo Veloso, 150 - Itaim Bibi

19/11 SÁBADO
Ponto de Cultura Quilombaque recebe a
6ª Mostra de Teatro de Rua Lino Rojas

12h Espetáculo: Aqui Trem! “ Histórias da Ferrovia” – Grupo Ô Minha Gente - Jacareí-SP
Local: Praça Inácio Dias – Perus

Trupe Artemanha de Investigação Urbana recebe a
6ª Mostra de Teatro de Rua Lino Rojas

16h Espetáculo: Zé Malandro GTI –  Grupo Teatro do Imprevisto - S. J. dos Campos-SP
Local: Praça. Haroldo de Azevedo s/n – Campo Limpo

20/11 DOMINGO
Associação Raso da Catarina recebe a 
6ª Mostra de Teatro de Rua Lino Rojas

16h Espetáculo: Ruas de Barros – Grupo Chão - São Paulo-SP
Local: Praça Rafael Sapienza – Vila Madalena

21/11 SEGUNDA

9h as 12h Ação: Cortejo Artístico e Fórum Livre Leste.
Tema: Ocupação do Espaço Público com Arte – Rede Livre Leste
Local: Boulevard São João (Correio Central).

12h Espetáculo: É Poesia Popular – Cia Forrobodó de Teatro e Cultura Popular -
São José do Rio Preto-SP
Local: Boulevard São João

13h30 Seminário: Ocupação Artística dos Espaços Públicos – Abertura com Performances de Artístas de Rua
Local: Câmara dos Vereadores - Viaduto Maria Paula

22/11 TERÇA

9h às 11h30 Vivência: Exercícios para o ator na rua - Georgete Fadel
Local: Cia. São Jorge de Variedades - Rua Lopes de Oliveira nº 342 - Barra Funda

12h Espetáculo: Teatragem – Cia 43 de Teatro - São Bernando do Campo-SP
Local: Boulevard São João

16h Espetáculo:  I-Mundo – Grupo Mototóti - Porto Alegre-RS
Local: Boulevard São João.

23/11 QUARTA

12h Espetáculo: A Fantástica História do Circo Tomara que não Chova – Grupo Imaginário - São Paulo-SP
Local: Boulevard São João

16h Espetáculo: Ditinho Curadô – Grupo Nativos Terra Rasgada - Sorocaba-SP
Local: Boulevard São João

19h30 Encontros junto ao Coreto – Discussão estética e processo de trabalho dos grupos.
Local: Teatro Ventoforte – Rua Haroldo de Azevedo, 150, Itaim Bibi

24/11 QUINTA


12h Espetáculo: O Vendedor de Palavras – Grupo Mototóti - Porto Alegre-RS
Local: Boulevard São João

16h Espetáculo: Mingau de Concreto – Grupo Pombas Urbanas - São Paulo-SP
Local: Boulevard São João

25/11 SEXTA
SESC Pinheiros recebe a 6ª Mostra de Teatro de Rua Lino Rojas

9h às 12h30 Mesa: “O enfrentamento às dificuldades interpostas à prática do teatro de rua pelo Brasil”

13h Espetáculo: Lavou, Tá Novo – Circo Navegador - São Sebastião-SP
Local: Área Frontal do SESC Pinheiros

14h30 às 17h30 Fórum: “Lócus Híbridus – A criação de espetáculos apresentados em espaços Misturados”

18h30 Espetáculo: A Farsa do Pão e Circo – Grupo Teatro de Caretas - Fortaleza-CE
Local: Praça Pe. Séptimo x Rua Campo Largo (Praça da Igreja de Pinheiros)

20h Espetáculo: Bufonarias – Trupe Olha da Rua - Santos-SP
Local:  Pça. Pe. Séptimo x Rua Campo Largo (Pça. da Igreja de Pinheiros)

26/11 SÁBADO :: Encerramento
Pombas Urbanas recebe a 6ª Mostra de Teatro de Rua Lino Rojas

13h30 Almoço de confraternização e encerramento

16h Coral Baobá

17h30 Lançamento do Caderno Narrativas de  trabalho do Grupo Buraco d´Oráculo

19h Cortejo Artístico de encerramento pelas ruas de Cidade Tiradentes

20h Espetáculo: Cortejo de Caretas – Grupo Teatro de Caretas - Fortaleza-CE
Local: Praça do 65 (Próximo ao Terminal Velho) - Cidade Tiradentes

sexta-feira, 22 de julho de 2011

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA A VI MOSTRA LINO ROJAS DE TEATRO DE RUA!

Estão abertas as inscrições para a VI Mostra de Teatro de Rua Lino Rojas!



ATÉ 21 de AGOSTO de 2011!


Para participar, clique nos links para ler o EDITAL e preencher a FICHA DE INSCRIÇÃO.

PARTICIPEM!!!

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Link para Decreto sobre artistas de rua

SEGUNDA-FEIRA A BOMBA VAI EXPLODIR


FILIPETAS
GRANDE MANIFESTAÇÃO DOS TRABALHADORES DE CULTURA EM LUTA.
É CHEGADA A HORA DE PERDER A PACIÊNCIA!
· Os Trabalhadores de Cultura de São Paulo perderão completamente a Paciência dia 25 de julho de 2011 às 14h na Rua Apa, 83 – Santa Cecília, Próx. ao Castelinho da Av. São João e Funarte SP numa grande e extensa Programação.
· Dinheiro público para o interesse público: Emprego, Educação, Saúde, Cultura, Esporte, Moradia!
· Pelo fim das Leis de Incentivo Fiscal! Verbas públicas pra políticas públicas de Cultura!
· Pela imediata implantação da Lei que institui o projeto "Prêmio Teatro Brasileiro"!
· Liberação já dos 2/3 do orçamento da União para o Ministério da Cultura!
· Pela transformação do projeto "Lei de Fomento ao Teatro Brasileiro" em lei extensiva às outras áreas artísticas (artes plásticas, dança, circo, música, culturas populares, literatura e cinema) e o encaminhamento através do executivo deste projeto como um projeto de governo com dotação orçamentária própria!
· Pela imediata votação da PEC 236 – Cultura como Direito Social e imediata votação da PEC 150 – 2% do orçamento da União pra Cultura.
· Pela imediata publicação de todos os Editais.
Compareça! Dia 25 de Julho às 14h - Informações: (11) 8121-6554 ou 9681-3426
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GRANDE MANIFESTAÇÃO DOS TRABALHADORES DE CULTURA EM LUTA.
É CHEGADA A HORA DE PERDER A PACIÊNCIA!
· Os Trabalhadores de Cultura de São Paulo perderão completamente a Paciência dia 25 de julho de 2011 às 14h na Rua Apa, 83 – Santa Cecília, Próx. ao Castelinho da Av. São João e Funarte SP numa grande e extensa Programação.
· Dinheiro público para o interesse público: Emprego, Educação, Saúde, Cultura, Esporte, Moradia!
· Pelo fim das Leis de Incentivo Fiscal! Verbas públicas pra políticas públicas de Cultura!
· Pela imediata implantação da Lei que institui o projeto "Prêmio Teatro Brasileiro"!
· Liberação já dos 2/3 do orçamento da União para o Ministério da Cultura!
· Pela transformação do projeto "Lei de Fomento ao Teatro Brasileiro" em lei extensiva às outras áreas artísticas (artes plásticas, dança, circo, música, culturas populares, literatura e cinema) e o encaminhamento através do executivo deste projeto como um projeto de governo com dotação orçamentária própria!
· Pela imediata votação da PEC 236 – Cultura como Direito Social e imediata votação da PEC 150 – 2% do orçamento da União pra Cultura.
· Pela imediata publicação de todos os Editais.
Compareça! Dia 25 de Julho às 14h - Informações: (11) 8121-6554 ou 9681-3426
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GRANDE MANIFESTAÇÃO DOS TRABALHADORES DE CULTURA EM LUTA.
É CHEGADA A HORA DE PERDER A PACIÊNCIA!
· Os Trabalhadores de Cultura de São Paulo perderão completamente a Paciência dia 25 de julho de 2011 às 14h na Rua Apa, 83 – Santa Cecília, Próx. ao Castelinho da Av. São João e Funarte SP numa grande e extensa Programação.
· Dinheiro público para o interesse público: Emprego, Educação, Saúde, Cultura, Esporte, Moradia!
· Pelo fim das Leis de Incentivo Fiscal! Verbas públicas pra políticas públicas de Cultura!
· Pela imediata implantação da Lei que institui o projeto "Prêmio Teatro Brasileiro"!
· Liberação já dos 2/3 do orçamento da União para o Ministério da Cultura!
· Pela transformação do projeto "Lei de Fomento ao Teatro Brasileiro" em lei extensiva às outras áreas artísticas (artes plásticas, dança, circo, música, culturas populares, literatura e cinema) e o encaminhamento através do executivo deste projeto como um projeto de governo com dotação orçamentária própria!
· Pela imediata votação da PEC 236 – Cultura como Direito Social e imediata votação da PEC 150 – 2% do orçamento da União pra Cultura.
· Pela imediata publicação de todos os Editais.
Compareça! Dia 25 de Julho às 14h - Informações: (11) 8121-6554 ou 9681-3426
DIA 25 DE JULHO A BOMBA VAI EXPLODIR!
TRABALHADORES DE CULTURA PERDERÃO COMPLETAMENTE A PACIÊNCIA!
É chegada à hora de mandar nosso recado.
Estamos construindo uma das maiores manifestações que as categorias artísticas e culturais de São Paulo já conseguiram reunir.
Foram muitas Plenárias que contaram com a presença de mais 600 pessoas e grupos de várias partes e cidades da Capital Paulistana aprofundando sobre o descaso da política cultural privatizante deste país.
E depois de tanto trabalho e discussões creio que agora temos um pouco mais de maturidade e acúmulo histórico pra se reunir numa luta que nos unifique como trabalhadores culturais e artísticos e não meros agentes de eventualidades, como ainda hoje é tratado o nosso fazer Cultural.
Dia 25 de julho (Segunda-feira) às 14h
Na Rua Apa, 83 – Santa Cecília.
Próximo ao Castelinho da Av. São João e da Funarte São Paulo nos encontraremos pra uma grande e extensa Programação.
Informações: (11) 8121-6554 ou 9681-3426
Aos descontentes, descrentes, indignado@s, indigestos e explorado@s por esta falsa política de migalhas essa é uma convocatória de chamamento pra juntar-se a nós e mandar nosso recado a Senhora Presidenta da República Dilma Rousseff e aos seus assessores e ministros que fingem nos ouvir.
Como militantes reservem a data do dia 25 pra Cultura deste país, pois a Manifestação não terá horário pra acabar.
Compareça e junte-se a todo@s nós!
Por favor, ajudem na divulgação.
É muito importante que venham representantes de todos os grupos e estudantes das artes e culturas em geral.
____________________________________
AÇÃO URGENTE DOS GRUPOS E OU INDIVÍDUOS
POSTAR SEUS VÍDEOS / PROTESTOS NO YOUTUBE CONTRA O DESCASO À POLÍTICA CULTURAL NO PAÍS E MANDAR O LINK PRA COMISSÃO DE AGITPROP
Importantíssimo!!!
Cada grupo e ou indivíduo deve mandar uma mensagem ao governo e à população brasileira sobre o descompromisso do poder público com a Cultura do País.
Depois de anos de discussão política sobre as necessidades e anseios da cultura por um direcionamento a uma política estruturante, nada foi feito neste sentido e por isso neste momento vamos todo@s mostrar nosso descontentamento.
É de extrema importância colocar o seu posicionamento como fazedor cultural.
Não é justo esse corte na nossa já mísera verba pra Cultura.
Os vídeos postados por todo@s devem ter limite de no máximo 1 minuto.
Mandar LINK para:
Osvaldo Pinheiro – oswaldpinha@yahoo.com.br
ORIENTAÇÃO:
- Podem postar um vídeo com todas as pautas ou um vídeo por assunto.
- Cada vídeo deve ter uma legenda pra facilitar a compreensão do texto.
- O título sugerido pela comissão pra postagem é: "Trabalhadores da Cultura é Hora de Perder a Paciência + (Nome do grupo ou indivíduo)".
- Indicação de Conteúdo pra Postagem:
1 - Podemos partir da pergunta: "Porque é Hora de Perder a Paciência?".
2 – Se colocar contra a atual política ou a falta dela no Governo Federal.
3 – Exigir a imediata votação da PEC 236 que prevê a cultura como direito social.
4 - Imediata votação da PEC 150, que garante que 2% do orçamento da União seja destinado à Cultura, nos padrões propostos pela ONU pra que assim tenhamos recursos que possibilitem o tratamento merecido à cultura
brasileira.
5 – Repudiar o atual Contingenciamento de 2/3 do Orçamento da Cultura.
6 – Imediata aprovação do Prêmio Teatro Brasileiro (Cada área fala da sua pauta especifica).
Abaixo Vídeos já publicados:
Cia. Estável de Teatro
Kiwi Cia de Teatro
Estudo de Cena
Última Plenária antes da manifestação dia 19 de julho
http://www.youtube.com/user/TUOV1
___________________________________________
Campanha Fundo de Caixa pra Mobilização
É importantíssima a contribuição dos grupos e ou indivíduos pra construção dessa luta pra que tenhamos autonomia de pautar as nossas demandas e não ficarmos presos aos interesses de nenhum governo de plantão.
Por isso, solicitamos a todo@s que a partir de hoje conversem com seus pares e façam as suas contribuições.
Teremos até o dia 25 pra recolher, assim como também depois do dia da ação, pois teremos muitos gastos.
Caso queiram sugerir uma data pra contribuição favor entrar em contato com Luiza Maia e Bruna Amado pra encontrá-las e ou fazer depósito:
7200-5546
____________________________________
Dia 25 de julho cada militante deve levar uma camiseta que não tenha nada escrito
Imprimiremos a frase:
"Trabalhadores da Cultura
É Hora de Perder a Paciência".
Faremos umaTela de Silkscreen pra imprimir a mensagem.
____________________________________
Abaixo Manifesto que deve ser enviado a tod@s os grupos parceir@s para uma ampla divulgação via internet, leitura após os espetáculos que estão em cartaz, revistas, brochuras etc.
MANIFESTO DOS TRABALHADORES DE CULTURA
ACLAMADO
É HORA DE PERDER A PACIÊNCIA!

O Movimento de Trabalhadores da Cultura, aprofundando e reafirmando as posições defendidas desde 1999, em diversos movimentos como o Arte Contra Bárbarie, torna pública sua indignação e recusa ao tratamento que vem sendo dado à cultura deste país. A arte é um elemento insubstituível para um país por
registrar, difundir e refletir o imaginário de seu povo. Cultura é prioridade de Estado, por fundamentar o exercício crítico do ser-humano na construção de uma sociedade mais justa.
A produção artística vive uma situação de estrangulamento que é resultado da mercantilização imposta à cultura e à sociedade brasileiras. O Estado prioriza o capital e os governos municipais, estaduais e federal teimam em privatizar a cultura, a saúde e a educação. É esse discurso que confunde política para a
agricultura com dinheiro para o agronegócio; educação pública com transferência de recursos públicos para faculdades privadas; incentivo à cultura com Imposto de Renda doado para o marketing, servindo a propaganda de grandes corporações. Por meio da renúncia fiscal – em leis como a Lei Rouanet - os governos transferiram a administração de dinheiro público destinado à produção cultural, para as mãos das empresas.
Dinheiro público, utilizado com critérios de interesses privados. Política que não amplia o acesso aos bens culturais e principalmente não garante a produção continuada de projetos culturais.
Em 2011 a cultura sofreu mais um ataque: um corte de 2/3 de sua verba anual. De 0,2% ou 2,2 bilhões de reais, foi para 0,06% ou 800 milhões de reais do orçamento geral da União em um momento de prosperidade da economia brasileira. Esta regressão implicou na suspensão de todos os editais federais de
incentivo à Cultura no país, num processo claro de destruição das poucas conquistas da categoria. Enquanto isso, a renúncia fiscal da Lei Rouanet não sofreu qualquer alteração apesar das inúmeras críticas de toda a sociedade.
Trabalhadores da Cultura, é HORA DE PERDER A PACIÊNCIA: Exigimos dinheiro público para arte pública!
Arte pública é aquela financiada por dinheiro público, oferecida gratuitamente, acessível a amplas camadas da população – arte feita para o povo. Arte pública é aquela que oferece condições para que qualquer trabalhador possa escolhê-la como seu ofício e, escolhendo-a, possa viver dela – arte feita pelo povo. Por uma arte pública, tanto nós, trabalhadores da cultura, como toda a população em seu direito ao acesso irrestrito aos bens culturais, exigimos programas – e não programa único – estabelecidos em leis com orçamentos próprios. Exigimos programas que estruturem uma política cultural contínua e independente – como é o caso do Prêmio Teatro Brasileiro, um modelo de lei proposto pela categoria após mais de 10 anos de discussões. Por uma arte pública exigimos Fundos de Cultura, também estabelecidos em lei, com regras e orçamentos próprios a serem obedecidos pelos governos e executados por meio de editais públicos, reelaborados constantemente com a participação da sociedade civil organizada e não dentro dos gabinetes. Por uma arte pública, exigimos a imediata votação da PEC 236, que prevê a cultura como direito social, e também imediata votação da PEC 150, que garante que o mínimo de 2% ( hoje, 40 bilhões de reais) do orçamento geral da União seja destinado à Cultura, nos padrões propostos pela ONU, para que assim tenhamos verbas que possibilitem o início de um tratamento devido à cultura brasileira.
Por uma arte pública, exigimos a imediata publicação dos editais de incentivo cultural que foram suspensos, e o descontingenciamento imediato da já pequena verba destinada à Cultura. Por uma arte pública, exigimos o fim da política de privatizações e sucateamentos dos equipamentos culturais, o fim das leis de incentivo fiscal, o fim da burocratização dos espaços públicos e das contínuas repressões e proibições que os trabalhadores da cultura têm diariamente sofrido em sua luta pela sobrevivência. Por uma arte pública queremos ter representatividade dentro das comissões dos editais, ter representatividade nas decisões e deliberações sobre a cultura, que estão nas mãos de produtores e dos interesses do mercado.
Por uma arte pública, hoje nos dirigimos a Senhora Presidenta da República, Dilma Rousseff, ao Senhor Ministro da Fazenda e às Senhoras Ministras do Planejamento e Casa Civil, já que o Ministério da Cultura, devido seu baixo orçamento encontra-se moribundo e impotente. Exigimos a criação de uma
política pública e não mercantil de cultura, uma política de investimento direto do Estado, que não pode se restringir às ações e oscilações dos governos de plantão. O Movimento de Trabalhadores da Cultura chama toda a população a se unir a nós nesta luta.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

RELATO LINO ROJAS - Suani Corrêa

“A GENTE FAZ TEATRO PRA LIBERTAR”

De 5 a 14 de novembro de 2010, estive em São Paulo, para acompanhar de perto a 5ª Mostra de Teatro de Rua Lino Rojas, um dos mais importantes eventos desta modalidade teatral do cenário nacional. A mostra é idealizada e realizada pelo Movimento de Teatro de Rua de São Paulo – MTR/SP.
Desde a minha participação no 7º Encontro dos articuladores da Rede Brasileira de Teatro de Rua, ocorrido em maio, na cidade de Canoas/RS, em que ouvi falar sobre a mostra Lino Rojas, fiz todos os esforços para estar presente, pela importância que a mostra parecia ter - e tem! - frente às discussões sobre o fazer artístico-político do Teatro de Rua no Brasil. E também para enriquecer muito mais meu olhar; alargar meus horizontes de artista-articuladora amazônida. E assim consegui estar presente, aproveitando o embalo da minha participação no VI Congresso da Associação Brasileira de Pesquisa em Artes Cênicas – ABRACE, na UNESP .
Nessa 5ª edição, a Lino Rojas homenageou um dos mais importantes movimentos populares do Brasil: O Movimento de Teatro Popular de Pernambuco – MTP/PE, com 25 anos de existência, que procura levar o questionamento e a reflexão à população e aos gestores públicos com relação aos grupos de teatro popular. Aliás, o título deste meu relato é um verso de uma loa entoada pelo grupo Teamu & Companhia, durante o espetáculo Êta vida. Resolvi “pegá-la emprestada”, pois, a meu ver, traduziu (e traduz) muito bem o sentimento que se instaurou durante os dias da Lino Rojas: libertação. O artista de rua, o Teatro de Rua faz teatro para libertar!

Tive oportunidade de reencontrar amigos e de fazer muitos outros. Vi e ouvi muito sobre Teatro de Rua, resistência, compromisso, criação, processos, política, liberdade... E isso, somado as minhas experiências anteriores, me fez compreender, cada vez mais, a luta pela arte de rua, tanto no plano artístico, estético quanto político. E não há uma fórmula exata, precisa para esse fazer. Por isso não devemos entrar no campo do “certo ou errado” ao falar, descrever, criticar este ou aquele espetáculo.
Aliás, posso dizer que a 5ª Mostra de Teatro de Rua Lino Rojas buscou e apresentou uma diversidade cultura e teatral enorme. O Brasil se fez presente de norte a sul do país na capital paulista. Era grupo de Porto Alegre, Curitiba, Belém, Brasília, vários grupos de Pernambuco, São José dos Campos, Santos, Campinas, Sorocaba, São José do Rio Preto, Presidente Prudente e alguns da cidade de São Paulo mesmo. Quanto teatreiro de rua esteve presente, “passeando” pelo universo da cultura popular, do misticismo, do circo - com palhaços, acrobacias e malabarismo -, dos marginalizados etc. Além disso, foi interessante perceber grupos que pensam que, além de fazer teatro, devem desenvolver ações políticas com a comunidade em que estão inseridos; para outros o próprio fazer teatral já é uma ação política.
Um dos momentos mais emocionantes para mim durante a Lino Rojas foi durante o debate após o espetáculo Homem, Cavalo e Sociedade Anônima da Cia. Estável de Teatro de São Paulo, em que apresenta situações sobre trabalho, moradia e consumo, mostrando a figura do homem animalizado e explorado. O espetáculo foi apresentado em um albergue chamado Arsenal da Esperança. Pois é... Quando comecei a ouvir as histórias dos albergados, relatadas por eles mesmos, que estavam ali presentes, falando do preconceito que sofriam e os “malabarismos” que faziam para sobreviver no mundo capitalista como o nosso. Coração apertou ao ouvir o relato de um paranaense, que estava ali para tentar mudar sua história de vida... Mas como se ele era um albergado! Enfim... A volta para o hotel, naquela noite, não foi tranquila... Foi a primeira vez que eu estivera num albergue.
Em outros momentos, me peguei atenta ao público. Ás vezes até perdia o desenrolar das cenas, pois estava observando a plateia, que esteve atenta e participativa durante os espetáculos. Vi muitos risos. Mas também vi algumas lágrimas. Não sei se de alegria ou de tristeza; talvez estavam lavando a alma daquele transeunte que muitas vezes estava só de passagem, voltando ou indo para o trabalho, para casa. Porém algo lhe tocou, lhe atraiu e lá, nas praças, na rua, ficou. Isto aconteceu durante o cortejo-espetáculo A Guerrilha do Bom Humor do Esquadrão da Vida (Brasília), em que os atores-músicos-acrobatas fizeram com que muitas pessoas parassem e os acompanhassem, mesmo sem caminhar junto, pois esse acompanhar se estabeleceu pelo olhar. Notei e todos notaram que várias pessoas apareciam nas janelas de seus apartamentos e acompanhavam as canções, as trovas e o colorido do grupo brasiliense.


Está sendo muito gratificante participar de momentos e eventos como este. E foi muito importante está presente na 5ª mostra de Teatro de Rua Lino Rojas para ver, acompanhar e perceber de perto a expressividade e força do MTR/SP. Assim, no papel de artista-articuladora da RBTR e da Rede Teatro da Floresta, vou ampliando os horizontes e o olhar sobre o meu trabalho, sobre meu grupo e sobre a arte e as políticas públicas de minha cidade. Além da possibilidade de contribuir com as discussões sobre o Teatro de Rua no Brasil.


Obrigada a todos do MTR/SP pela acolhida!
Bjs,
Suani Corrêa
Integrante do grupo Palhaços Trovadores – Belém /PA
Artista-articuladora da RBTR e da Rede Teatro da Floresta

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

5ª Mostra de Teatro de Rua LINO ROJAS


5ª Mostra de Teatro de Rua LINO ROJAS
Idealização: Movimento de Teatro de Rua de São Paulo - MTR/SP.


De 05 a 14 de Novembro de 2010, apresentações gratuitas de 22 grupos de teatro de rua de todo o Brasil.

PROGRAMAÇÃO

05/11 – SEXTA - FEIRA
20h – Cerimônia de Abertura e Homenagem ao MTP/PE
Local: Teatro Studio 184 (Praça Roosevelt, 184 – Consolação)
Fundado em Fevereiro de 1997 por Dulce Muniz, Dema de Francisco e Roberto Áscar, o teatro e sede do Núcleo do 184 é um importante espaço de criação e resistência cultural na cidade de São Paulo.
Informações: (11) 3259-6940 nucleodo184@yahoo.com.br

HAVERÁ DEBATE APÓS CADA APRESENTAÇÃO

CENTRO
06/11 – SÁBADO
13:30h - Concentração
14h – Cortejo de Abertura
Local de saída: Praça do Patriarca - Centro
Encerramento do cortejo: Rua Teodoro Baima – Consolação

15h – Cia. Baitaclã (São Paulo – SP)
Espetáculo: Anuário imaginário
Local da Apresentação: Rua Teodoro Baima – Consolação


ZONA LESTE

06/11 - SÁBADO
20h – Cia Estável de Teatro (São Paulo – SP)
Espetáculo: Homem, cavalo e sociedade anônima
Local da Apresentação: Arsenal da Esperança (Rua Doutor Almeida Lima, 900 – Brás)
Apoio Local: Cia. Estável de Teatro
Informações: (11) 8121-0870


ZONA NORTE

07/11 - DOMINGO
11h – Esquadrão da Vida (Brasília – DF)
Espetáculo: O filhote do filhote de elefante
Local da Apresentação: Praça Carlos Kozeritz.– Jd. Julieta)
Apoio Local: Núcleo Pavanelli, CICAS e Sinfonia de Cães

ZONA LESTE
07/11 – DOMINGO
16h – Grupo de Teatro Popular Vem Cá Vem Vê (MTP/PE)
Espetáculo : Quem ensinou o diabo a amassar o pão?
17h – Poesis – Grupo Cultural do Alto José do Pinho (MTP/PE)
Espetáculo: Diásporas – uma dispersão da(s) humanidade(s)
Local das Apresentações: Praça do Casarão (ao lado da estação de trem Vila Mara/Jd. Helena
Apoio Local: Buraco d`Oráculo
Informações: (11) 8188-3670 / 8152-4483

PRAÇA DO PATRIARCA - CENTRO

08/11 – SEGUNDA - FEIRA
12h – Oigalê CAT (Porto Alegre – RS)
Espetáculo: O Negrinho do Pastoreio
15h – IVO 60 (São Paulo – SP)
Espetáculo: Sombras da Luz
18h – Arte da Comédia (Curitiba – PR)
Espetáculo: Aconteceu no Brasil enquanto o ônibus não vem

09/11 – TERÇA - FEIRA
12h – Barracão Teatro (Campinas – SP)
Espetáculo: Circo do só eu
15h – La Cascata Cia Cômica (São José dos Campos – SP)
Espetáculo: O comecim das coisas
18h - TEAMU & COMPANHIA (MTP/PE)
Espetáculo: Êta vida

10/11 – QUARTA - FEIRA
12h – La Mínima (São Paulo – SP)
Espetáculo: Reprise
15h – Companhia do Feijão (São Paulo – SP)
Espetáculo: Reis de fumaça
18h – Circo Teatro Rosa dos Ventos (Presidente Prudente – SP)
Espetáculo: A farsa do advogado Pathelin

11/11 – QUINTA – FEIRA
12h – Trupe Olho da Rua (Santos – SP)

Espetáculo: Terra Papagalli
18h – Brava Companhia (São Paulo – SP)
Espetáculo: Este lado para cima – isto não é um espetáculo

12/11 – SEXTA - FEIRA
12h – Cia Forrobodó de Teatro e Cultura Popular (São José do Rio Preto – SP)
Espetáculo: O pavão misterioso
18h – In Bust - Teatro Com Bonecos (Belém – PA)
Espetáculo: Fio de pão – a lenda da Cobra Norato

ZONA SUL
13/11 - SÁBADO
12h – Mamulengo da Folia (São Paulo – SP)
Espetáculo: A festa da Rosinha Boca Mole
Local da Apresentção: Sacolão das Artes – Av. Cândido José Xavier, 577 – Pq. Santo Antônio
Apoio Local: Brava Companhia
Informações: (11) 5819-2564 e 5511-6561
16h – Núcleo Pavanelli de Teatro de Rua e Circo (São Paulo – SP)
Espetáculo: O básico do circo
Apoio Local: Trupe Artemanha
Local da apresentação: Praça do Campo Limpo – Campo Limpo
Informações: (11) 5844-4116

ZONA LESTE
14/11 - DOMINGO
12h – Cortejo de Encerramento - O cortejo circulará por algumas ruas do bairro, retornando ao local de onde partiu.
Local de Saída: Centro Cultural Arte em Construção
Av. dos Metalúrgicos, 2100 – Cidade Tiradentes
13h – Grupo IFÁ-RHADHÁ de Art’Negra (MTP/PE)
Espetáculo: Mercadores de liberdade
14h – Grupo Arteiros (MTP/PE)
Espetáculo: A herança de nós todos
Local das apresentações: Praça 65 próximo ao Terminal Velho - Centro Cultural Arte em Construção.
Informações: (11) 2282-3801- 2285-5699
pombas.urbanas@terra.com.br

Sobre a Mostra

A 5ª Mostra Lino Rojas de Teatro de Rua é uma realização do Movimento de Teatro de Rua, da FUNARTE e da Lei de Incentivo à Cultura; patrocínio da Petrobrás; co-patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura e apoio institucional da Cooperativa Paulista de Teatro, CET, Sindicato dos Comerciários, Subprefeitura Municipal da Sé e UNESP.

A Mostra de Teatro de Rua Lino Rojas, já faz parte do calendário cultural de São Paulo. Ela nasce do desejo do Movimento de Teatro de Rua de São Paulo, levar ao conhecimento público os grupos que pesquisam e trabalham com esta linguagem e oferecer uma programação gratuita, diversificada e de qualidade, de maneira a contribuir com a difusão e a valorização do fazer teatral em espaços públicos abertos.

Os seminários e encontros que ocorrem durante a Mostra têm como principal objetivo unir os fazedores de teatro de rua, principalmente aqueles ligados às manifestações da arte popular. Neste processo de união e discussão, os grupos participantes reforçam suas identidades, seus elos profissionais, priorizando, sobretudo, temas concernentes à prática do teatro de rua e de seus aspectos: histórico, social, técnico, estético, organizacional, bem como sobre seus modos de produção e posicionamento quanto às políticas públicas de cultura.

Sobre o MTR/SP

O Movimento de Teatro de Rua de São Paulo - MTR/SP, desde sua criação, em 2002, agrega diferentes grupos e companhias de teatro de rua, pensadores e afins, visando a construção de políticas públicas permanentes que garantam a continuidade de pesquisa, produção e circulação do teatro de rua na cidade, se espalhando pelo interior do estado e litoral.
O Movimento propõe ações que possibilitem reflexões sobre o teatro de rua em âmbito nacional, assim como sua relação com as cidades. Os integrantes do MTR/SP defendem a valorização do espaço público aberto como local de criação, expressão e encontro, compreendendo assim que este espaço torna-se ambiente propício ao exercício da cidadania plena.

Atribuir novos significados aos espaços públicos e à vida social é uma necessidade do homem, sobretudo do homem urbano. A arte feita nas ruas, e aqui o teatro de rua, é uma das maneiras de tornar isso possível. Quando se retira, ainda que por um lapso de tempo, o cidadão de sua correria, permitindo-lhe fruir, rir, sonhar e ser crítico, permitindo assim que a arte seja parte significativa de sua vida. Por intermédio de tal procedimento, a rua deixa de ser apenas espaço de trânsito e converte-se em território de troca, de intercâmbio de experiência.


Lino Rojas
O diretor teatral Lino Rojas (1942-2005), dá nome à Mostra em virtude de sua pesquisa e atuação nas ruas da cidade de São Paulo. Foi um dos pioneiros da pesquisa em teatro de rua no Brasil. Em São Paulo, já em 1979 atuava com o Grupo Treta, formado por jovens da USP – Universidade de São Paulo. Lino Rojas foi formado pelo INSAD – Instituto Superior de Arte Dramática (Lima-Peru). Estudou ainda, com renomados diretores, dramaturgos e pesquisadores teatrais como Julian Beck, Enrique Buenaventura, Atahualpa del Cioppo , e Pablo Neruda entre outros. Em São Paulo ministrou diversos cursos e desenvolveu muitos projetos nesta área , dentre os quais cabe destacar o “Semear Asas“, de 1989, no bairro de São Miguel Paulista (zona leste de São Paulo), que deu origem ao Pombas Urbanas, grupo que dirigiu por quinze anos.
Em novembro de 2005, Lino Rojas foi homenageado in memorian pelo Ministério da Cultura com a medalha de Ordem ao Mérito Cultural, um reconhecimento do Governo Federal por sua contribuição à cultura brasileira.

Homenageado da 5ª Edição
O Movimento de Teatro Popular de Pernambuco - MTP/PE
resiste por meio de ações que propiciam levar o questionamento e a reflexão à população do Recife-PE, objetivando tratamento digno dos gestores públicos para com os grupos de teatro popular.
"Somos resistentes. Lutamos contra os absurdos cometidos por aqueles que se autodenominam ‘gestores públicos’. Não estamos mortos... por isso seguimos em frente disponibilizando nossos trabalhos em busca de dias melhores.”
Nos seus 25 anos de existência, o MTP-PE já realizou encontros, mostras, festivais e vivências que, além de contemplarem milhares de pessoas, discutiram política cultural e o fazer artístico em seus aspectos técnicos e estéticos. O Movimento vem colaborando para que a população em geral, sobretudo as camadas populares, tenham acesso aos bens simbólicos, por isso seus integrantes escolheram a rua como espaço cênico privilegiado, de maneira a contribuir para que as pessoas tenham uma nova leitura de mundo a partir da arte teatral.
“Hoje estamos nas ruas - de novo, agora e sempre – denunciando as dores, as agonias, os subterfúgios, mais ainda, sobrevivendo, resistindo, criando e lutando com as nossas armas (o teatro, a música, a poesia e a dança), objetivando fortalecer o nosso bem maior: a nossa arte popular.”
Hoje, o movimento conta com a participação de oito grupos: Amanhã Eu Digo o Nome; Arteiros; Grupo Coquearte; Grupo de Teatro Popular Vem Cá, Vem Vê; Drão de Teatro; Ifá-Rhadha de Art’Negra; POESIS - Grupo Cultural do Alto José do Pinho; TEAMU e Cia.


Sobre os grupos


Grupos do Movimento de Teatro Popular de Pernambuco - MTP/PE

Grupo de Teatro Popular Vem Cá Vem Vê (MTP/PE)
Espetáculo: Quem ensinou o Diabo a amassar o pão?
Sinopse: O espetáculo mostra que o capeta é apontado como justificativa para todas as atitudes negativas cometidas pelos homens, mas, o próprio capeta contesta, procurando os responsáveis. Desse modo, ele percorre o mundo falando com tipos populares, travando uma discussão sobre a relatividade entre o bem e o mal.
Ficha Técnica
Direção: Alexandre Menezes
Figurino, adereços e maquiagem: O Grupo
Cenário: Charles Medeiros
Elenco: Alexandre Menezes, Ana Paula Cordeiro, Charles Medeiros, Jonatas Lima, Lucas José, Pablo Dantas.
alexandrevemca@hotmail.com

Poesis – Grupo Cultural do Alto José do Pinho (MTP/PE)
Espetáculo: Diásporas – uma dispersão da(s) humanidade(s)
Sinopse: O espetáculo retrata a dor dos povos que se evadiram de suas terras: negros, judeus, índios e nordestinos – que deixaram para trás famílias, fome, pobreza e misérias – ressaltando a capacidade humana em adaptar-se a novos ambientes e reconstruir suas vidas.
Ficha Técnica
Coordenação: Jailson Oliveira
Música: Gerson Braga e Igor Nestor
Figurino: Magda Santiago e Bélgica Soares
Poesias: Integrantes do Grupo Poesis
Elenco: Jailson Oliveira, Magda Santiago, Gerson Braga, Bélgica Soares, Igor Nestor, Érico Barreto, Rafael Freitas.
poesissonorus@yahoo.com.br


TEAMU & COMPANHIA (MTP/PE)
Espetáculo: Êta vida
Sinopse: Adaptado do Bumba-Meu-Boi pernambucano (do Mestre Antonio Pereira e seu “Boi Misterioso”) e utilizando a linguagem de Teatro de Rua, o espetáculo traz como tema central a discussão do exercício da cidadania, enfocando e propondo um aprofundamento em temas como: reforma agrária; saneamento básico e moradia; trabalho e direito a vida.
Ficha Técnica:
Criação Roteiro/texto: Teamu & Companhia
Direção Cênica: Anderson Guedes
Direção Musical: Sergio Diniz
Elenco: Anderson Guedes, Carlos Fernandes, Josafá Manoel, Sergio Diniz, Valéria Félix.
teamuecia@hotmail.com

Grupo IFÁ-RHADHÁ de Art’Negra (MTP/PE)
Espetáculo: Mercadores de liberdade
Sinopse: O espetáculo conta, por meio de expressões afro, cenas e textos, as ligações com o passado histórico do negro e o surgimento do homem no àiyé, como a África é o “ventre fértil do mundo”. Ao mostrar o negro no cotidiano de hoje, buscando o entendimento da auto-afirmação, o espetáculo é uma exaltação a Zumbi dos Palmares, Malunguinho, Solano Trindade, Dona Santa, Mestre Luiz de França, Dom Helder Câmara, dentre outras personalidades, que contribuíram para um mundo mais justo.
Ficha Técnica
Direção: Coletiva
Figurino, adereços e maquiagem: Ivo Rodrigues, Adriana Barros, Adriana Correia, Wanessa Kelly
Cenário: Ivo Rodrigues, Adriana Barros
Elenco: Lucas José, Marcia Maria “Marilia Marley”, Adriana Barros “Drica Barros”, Ivo Rodrigues
Programação visual: Ginaldo Pereira
Efeitos sonoros: Ivo Rodrigues, Leonardo Soares, Lucas José
Colaboradores eventuais: Wanessa Kelly, Paula Alves, Wagner Matias
ifarhadha@hotmail.com

Grupo Arteiros (MTP/PE)
Espetáculo: A herança de nós todos
Sinopse: O espetáculo trata dos conflitos entre oprimidos e opressores, e de como se pode passar de um para outro. Para retratar tais conflitos, o espetáculo recria situações do cotidiano por meio da história de Bronca Mão de Vaca Portonha, que manda e desmanda em seu marido, Singelo, e do Sr. Tosco Burrinando Que Nada Pensa de Oliveira Junior, que além de viver a procurar emprego, também manda e desmanda em sua mulher, Singela.
Ficha Técnica
Roteiro e Direção: O grupo
Figurino, adereço e maquiagem: O grupo
Elenco: Roberta Lúcia, Ivo Rodrigues, Leo Soares, Lucas José, Luiz Filho,
luladerua@hotmail.com

Grupos Convidados
In Bust - Teatro Com Bonecos (Belém – PA)
Espetáculo: Fio de pão – a lenda da Cobra Norato
Sinopse: A peça recupera do imaginário popular a história de uma cabocla que, atraída por um cobrão “embruxado“, dá a luz a duas cobras: Norato e Caninana. Os irmãos têm sinas diferentes: Caninana de ser má, enquanto Norato de ter de encontrar alguém que possa desencantá-lo para virar gente. A lenda, transformada em cordel, é contada por uma família nordestina mista, que migrou para o norte (assim como o cordel), o violeiro Cego Jurandir, sua mulher, paraense, e o filho, personagens dos atores-manipuladores. A encenação se desenvolve num paralelo de situações, e mistura a lenda com o cotidiano cômico desta família, proporcionando uma identificação direta com qualquer idade.
Ficha Técnica
Atores e Manipuladores: Adriana Cruz, Anibal Pacha e Paulo Ricardo Nascimento.
Figurino: Anibal Pacha
Confecção de figurino: Anibal Pacha
Cenário, adereços e bonecos: In Bust
Sonoplastia: In Bust
Assistente de palco: Cristina Costa e Iris Cruz Nascimento
Texto: David Matos e Paulo Ricardo Nascimento
Direção: Anibal Pacha
Produção: In Bust – Teatro com Bonecos
inbust@inbust.com.br


Esquadrão da Vida (Brasília – DF)
Espetáculo: O filhote do filhote de elefante
Sinopse: O texto é uma adaptação livre de Ary Pára-Raios e do Esquadrão da Vida para o texto O filhote de elefante, de Bertolt Brecht. A peça, de forma metateatral, mostra o cotidiano de uma trupe que tenta finalizar uma montagem, e revela ao público um pouco do processo do trabalho artístico, ao tematizar a construção e a modificação da realidade vivida como obra conjunta da criação social.
Ficha Técnica
Adaptação livre: Ary Pára-Raios e do Esquadrão da Vida para o texto O filhote de elefante de Bertolt Brecht.
Direção: Maíra Oliveira
Com os atores-músicos-acrobatas: Caísa Tibúrcio, Gabriel Preusse, Joana Vieira, Maíra Oliveira e Vinícius Santana.
Figurino/Cenário: Nina Coimbra e grupo.
Programação Visual: Ico Oliveira
Produção: Tatiana Carvalhedo
esquadraodavida@gmail.com


Oigalê CAT (Porto Alegre – RS)
Espetáculo: O Negrinho do Pastoreio
Sinopse: Esta é a terceira e última parte do projeto de pesquisa intitulado Trilogia Pampiana. De forma mais direta que nos espetáculos anteriores, o texto trata de questões sociais, sobretudo, por ser uma lenda abolicionista. Um negro escravo perde a corrida de cavalos na qual seu senhor apostou muito dinheiro. É cruelmente torturado e jogado em um formigueiro, onde Nossa Senhora o resgata. Como decorrência disso, passa a ser conhecido como um auxiliador na procura de coisas perdidas.
Ficha Técnica
Texto: Simões Lopes Neto
Adaptação: Hamilton Leite
Direção: Sergio Etchichury
Atores: Di Machado, Giancarlo Carlomagno, Hamilton Leite, Paulo Brasil, Vera Parenza.
Músicas: Gustavo Finkler
Máscaras: Ricardo Vivian
Figurino: Vera Parenza
Adereços: Oigalê CAT
Arte Gráfica: Vera Parenza
Ilustração: Paulo Martins Fontes
Produção e execução: Oigalê CAT
oigale@terra.com.br


Arte da Comédia (Curitiba – PR)
Espetáculo: Aconteceu no Brasil enquanto o ônibus não vem
Sinopse: Num lugar perdido do país moram Dona Josefina e suas duas filhas, Amarinda e Miranda. Um dia, chega ao lugar o Coronel Vicente Capador, acompanhado de seu criado Saci. Eles viajam em direção ao porto de Santos, onde Capador pretende vender uma preciosidade que capturou na Floresta Amazônica: trata-se do último índio do Brasil... Para conseguir realizar o seu grande negócio, terá de dar conta das armadilhas que Saci inventa.
Ficha Técnica
Texto: Roberto Innocente e Grupo Arte da Comédia
Direção Artística: Roberto Innocente
Diretora de Produção: Ana Rosa Genari Tezza
Elenco: Ana Rosa Genari Tezza, Tatiane, Cléber Borges, Alaor de Carvalho, Janine de Campos, Susana Bueno, João Graff.
Assistência de Direção: Ana Rosa Tezza
Direção Musical: Paulo Demarchi
Cenário, Adereços e Máscaras: Roberto Innocente
Cenotécnico: Alfredo G. Filho
Figurino: Mônica Dioconde, Amábilis de Jesus e Grupo Arte da Comédia
Costura: Maria do Rocio Guarize
Design Gráfico: Felipe Gallarzza
tezza.anarosa@gmail.com

Grupos de São Paulo
Cia Baitaclã (São Paulo – SP)
Espetáculo: Anuário imaginário
Sinopse: O fio condutor da história é o calendário que leva a percorrer as diversas manifestações populares do Brasil, de janeiro a dezembro. Nessa viagem, o público é conduzido por divertidas figuras a vivenciar festejos, relembrando e descobrindo canções, costumes e tradições de nosso povo.
Ficha Técnica
Criação e Concepção: Cia Baitaclã
Texto: Sabryna Mato Grosso
Direção: Heraldo Firmino
Elenco: Heraldo Firmino, João Invenção, Monique Franco, Sabryna Mato Grosso
Músicas: Heraldo Firmino e Canções de Domínio Popular
Figurinos e Adereço: Denise Guilherme & Sabryna Mato Grosso
ciabaitacla@ciabaitacla.com.br


Cia Estável de Teatro (São Paulo – SP)
Espetáculo: Homem, Cavalo e Sociedade Anônima
Sinopse: O espetáculo apresenta um cruzamento de situações sobre trabalho, moradia e consumo, costurado pela fábula de um homem animalizado e explorado em seus esforços por sobrevivência, como metáfora das impossibilidades, ilusões e contradições estampadas em nosso cotidiano.
Ficha Técnica
Elenco: Daniela Giampietro, Nei Gomes, Osvaldo Hortêncio, Osvaldo Pinheiro, Sandra Santanna, Di Marina e Andressa Ferrarezi.
Operador de Luz: Luíz Calvo
Contra –regra: Zeca Volga e Maurício Hiroshi
Produção: Cia. Estável de Teatro
Operadora de som: Flávia Morena
ciaestaveldeteatro@gmail.com


IVO 60 (São Paulo – SP)
Espetáculo: Sombras da luz
Sinopse: A peça traz histórias bonitas de quem já perdeu tudo, menos a sensibilidade. Gente que acredita que “a buniteza é compartilhar os fracassos”. Chegar, casar, ter filhos, morrer. A sabedoria na loucura, o riso na tragédia, a liberdade no fracasso. E assim, de perto, a vista não vê mais onde começa a luz e onde termina a escuridão.
Ficha Técnica
Direção: Silvia Leblon
Dramaturgia: IVO 60 e Silvia Leblon
Elenco: Ana Flávia Chrispiniano, Felipe Sant’Angelo, Mariana Leite, Pedro Felicio e Pedro Granato.
Direção Musical: Amilcar Farina
Produção: Júlia Barnabé
Cenário: Luiz Ricardo Florence e Gabriela Tamari
Figurino: Oficina 2+
Preparação Corporal: Xica Lisboa
Treinamento: Ricardo Pucceti – LUME
juliabarnabe@gmail.com

Barracão Teatro (Campinas – SP)
Espetáculo: Circo do só eu
Sinopse: O majestoso Circo do Sol, com todas as suas atrações fenomenais, aceita prazerosamente o convite para se apresentar na cidade até que recebe outra proposta muito mais lucrativa e decide cancelar, de última hora, a apresentação do espetáculo. O palhaço Zabobrim, vem até vocês, tentar apresentar sozinho o grande espetáculo!
Ficha Técnica
Criação, Direção e atuação: Esio Magalhães (Palhaço Zabobrim)
Produção Executiva: Suzana Santos
Produção: Barracão Teatro
Técnico: Fernando Henriques
barracaoteatro@barracaoteatro.com.br


La Cascata Cia. Cômica (São José dos Campos – SP)
Espetáculo: O comecim das coisas

Sinopse: Inspirado no livro Gênesis e na cultura popular do Vale do Paraíba, a peça reconta o mito universal da criação do mundo e utiliza elementos da cultura regional, partindo da hipótese de que as primeiras montanhas do mundo formaram o Vale do Paraíba. O primeiro rio, “fruto da lágrima divina” foi o Paraíba do Sul, Deus se inspirou na beleza de suas primeiras obras do Vale para dar vida ao homem, a mais especial de suas criaturas.
Dramaturgia e direção: Marcio Douglas
Direção musical: Paulo Williams
Figurinos: Eva Siellawa
Cenário: Marcio Douglas
Iluminador: Daniel Augusto
Produção: Glauce Carvalho
Elenco: Paulo Williams, Marcio Douglas, Glauce Carvalho, Eva Siellawa.
contato@lacascata.com.br


La Mínima (São Paulo – SP)
Espetáculo: Reprise
Sinopse: Ao chegarem no local de sua apresentação, dois palhaços descobrem que foram contratados para o mesmo local, no mesmo horário, pela mesma pessoa. Depois de infrutíferas tentativas de provar um ao outro sua prioridade no picadeiro tomam uma decisão: por honra de seu fiel público, realizarão este trabalho juntos.
Ficha Técnica
Elenco: Domingos Montagner e Fernando Sampaio
Direção, Concepção e Cenografia: Domingos Montagner e Fernando Sampaio
Supervisão Geral: Leris Colombaioni
Música Original: Marcelo Pellegrini
Assessoria de Reprises Clássicas: Mário Bolognesi
Figurino / Adereços: Inês Sacay
Direção de Produção e Administração: Luciana Lima
Produção: La Mínima
laminima@laminima.com.br

Companhia do Feijão (São Paulo – SP)
Espetáculo: Reis de fumaça
Sinopse: Espetáculo composto de fragmentos de danças dramáticas populares, de relatos de personalidades ligadas a estas manifestações, de documentos históricos relacionados à escravidão no Brasil, de poesias e músicas populares de diversas origens e de recriações de experiências pessoais do elenco. Busca propiciar aos atores da companhia e aos espectadores uma experiência diferente e profunda em relação ao fazer teatral convencional.
Ficha Técnica
Direção e Dramaturgia: Pedro Pires e Zernesto Pessoa
Direção Musical: Renata Amaral e Julio Maluf
Figurinos: Luiz Augusto dos Santos
Elenco: Fernanda Haucke, Flávio Pires, Guto Togniazzoto, Pedro Pires, Vera Lamy e Zernesto Pessoa
feijao@companhiadofeijao.com.br


Circo Teatro Rosa dos Ventos (Presidente Prudente – SP)
Espetáculo: Farsa do advogado Pathelin
Sinopse: O espetáculo propõe uma saborosa fusão entre circo e teatro. Utilizando o jogo do palhaço, acrobacia, malabarismo, pernas de pau e música ao vivo, o grupo conta a história do advogado Pathelin, um grande trapaceiro, que diante de sua ruína financeira aplica um golpe em Guilherme Côvado, renomado comerciante de tecidos. A surpresa da montagem fica a cargo da inserção de conflitos paralelos, vividos entre os palhaços durante a encenação.
Ficha Técnica
Autor: Anônimo
Direção: Roberto Rosa
Cenografia: Criação Coletiva
Música original, operação e criação da sonoplastia: Robson Toma
Figurinos: Criação Coletiva
Elenco Atores: Felipe Madureira, Fernando Ávila, Gabriel Mungo, Robson Toma, Tiago Munhoz
Técnicos: Luis Paulo Valente e Antônio Sobreira
circoteatrorosadosventos@yahoo.com.br


Trupe Olho da Rua (Santos – SP)
Espetáculo: Terra Papagalli
Sinopse: O espetáculo conta a história de um degredado do início do século XVI, tido como o primeiro rei do Brasil: o bacharel de Cananéia. Terra Papagalli estabelece um diálogo crítico com os valores éticos que percorrem nossa pátria mãe, do seu “descobrimento” aos dias de hoje.
Ficha Técnica
Autores: José Roberto Torero e Marcus Aurellius Pimenta
Adaptação: Zeca Sampaio e Trupe Olho da Rua
Orientação do tema: Zeca Sampaio
Direção: Caio Martinez Pacheco
Atores: Alan Plocki, Anna Fecker, Caio Martinez Pacheco, João Luiz Pereira, João Paulo Pires, Raquel Rollo e Rogério Ramos
Equipe Técnica: Maurício Rayel
Figurinos: Sergio Guerreiro
Assitentes de figurinos: Ana Maria Silva Guerreiro, Raquel Queiroz e Rose Diniz
Adereços: Márcia Alves e Iuri Guerreiro
Cenário e Sonoplastia: Trupe Olho da Rua
Músicas Originais: Zeca Sampaio, Alan Plocki, Raquel Rollo, Sergio Argento e Rogério Ramos
Preparação Vocal: Priscilla Rodrigues Gonçalves (Wendy) e Guilherme Marino
Preparação Corporal: Míriam Carbonaro
Produção: Raquel Rollo e Caio Martinez Pacheco
Participação Especial: Bujarrona Road (Kombi 96)
trupeolhodarua@gmail.com



Brava Companhia (São Paulo – SP)
Espetáculo: Este lado para cima – isto não é um espetáculo

Sinopse: A ordem e o progresso fundamentam o surgimento de mais uma cidade, e os seus habitantes vivem em razão do trabalho e sonham com um futuro de felicidade. Uma crise, causada pelos seus próprios dirigentes, se abate sobre essa metrópole e ameaça a ordem estabelecida. Por conta disso, os mesmos dirigentes constroem o “mais avançado artefato da tecnologia humana”: A Bolha – que do céu vigiará tudo e todos, para manter as coisas como sempre foram.
Ficha Técnica
Criação: Brava Companhia
Direção e Dramaturgia: Fábio Resende e Ademir de Almeida
Atores: Cris Lima, Débora Torres, Henrique Alonso, Joel Carozzi, Luciana Gabriel, Marcio Rodrigues, Rafaela Carneiro, Sérgio Carozzi.
Reserva: Maxwell Raimundo
Cenários, adereços e figurinos: Cris Lima, Débora Torres, Joel Carozzi, Marcio Rodrigues, Rafaela Carneiro, Sérgio Carozzi
Concepção Sonora: Brava Companhia
Produção: Kátia Alves
Assistente de Produção: Luciana Gabriel, Max Raimundo.
bravacompanhia@terra.com


Cia Forrobodó de Teatro e Cultura Popular (São José do Rio Preto – SP)
Espetáculo: O pavão misterioso
Sinopse: Baseado no folheto de cordel O romance do pavão misterioso, obra-prima de José Camelo de Melo Resende, a peça narra a saga de Evangelista, um jovem corajoso que se apaixona pela condessa da Grécia, filha de um conde que a mantém aprisionada em um quarto de sobrado. Cruel, o conde permite que sua filha apareça uma única vez ao ano para ser admirada pela população. Sabendo disso, Evangelista se lança na aventura de conquistar a condessa e, nesse meio tempo, encontra um cientista que o ajuda a construir um misterioso invento que irá auxiliá-lo em sua aventura.
Ficha Técnica
Texto: Baseado no folheto de literatura de cordel O romance do pavão misterioso de José Camelo de Melo Resende.
Direção: Cia. Forrobodó de Teatro
Elenco: Aline Alencar e Marcelo de Castro
Direção Musical: Marcelo de Castro
Cenário: Cia Forrobodó de Teatro e Well Andrade
Adereços, bonecos e maquiagem: Cia. Forrobodó de Teatro
Figurinos: Aline Alencar
Produção: Cia. Forrobodó de Teatro
Fotos: Ruy Barbosa Jr.
contato@ciaforrobodo.com.br


Mamulengo da Folia (São Paulo – SP)
Espetáculo: A festa da Rosinha Boca Mole
Sinopse: O Coronel Libório celebra o casamento de sua filha Rosinha Boca Mole com o vaqueiro Benedito em uma grande festa. Eis que o conflito se estabelece: o coisa ruim, o fut, como é chamado o diabo, invade a festa impedindo o casamento e obrigando Rosinha a casar-se com ele.
Ficha Técnica
Brincante: Danilo Cavalcante
Músicos: Trio Agrestino
mamulengo_canhotinho@yahoo.com.br

Núcleo Pavanelli de Teatro de Rua e Circo (São Paulo – SP)
Espetáculo: O Básico do Circo
Sinopse: Uma trupe circense tem em sua companhia uma nova bailarina, desastrada e trapalhona. Os palhaços fazem de tudo para conquistá-la, enfrentando até mesmo o dono do circo. Entre uma reprise e outra, a trupe apresenta seus números de perna de pau, chicote, malabares e pirofagia e, ao final, a grande questão: quem ficará com a bailarina?
Ficha Técnica
Texto: reprises clássicas adaptadas por Simone Brites Pavanelli e Marcos Pavanelli
Direção: Marcos Pavanelli
Elenco: Anderson Areias, Dany Ivan, Lucas Branco, Marcella Brito, Marcos Pavanelli e Simone Brites Pavanelli
Direção musical: Charles Raszl
Produção: Simone Brites Pavanelli
pavanelli@nucleopavanelli.com.br